20 março 2018

Phytogen Tratamento Concentrado - Kert - Resenha



Oi gente, tudo bem com vocês?
Vamos de resenha hoje?!
Recebi 3 caixas, cada uma com 3 ampolas de tratamento capilar da Kert Cosméticos e vim falar um pouco desse produtinho para vocês!

O produto:
Phytogen Tratamento Concentrado de Choque com Arginina, PCA Na e Extratos da Patagônia tem ação antienvelhecimento, preventivo e reconstrutor intenso. Protege os aminoácidos das proteínas da fibra capilar, evitando rupturas e perda de flexibilidade. Dá proteção à cor e potencializa o brilho .
É uma condicionador, só que mais concentrado, e penetra rapidamente no fio. Ao aplicar você logo sente seu cabelo macio e desembaraçado.

O que eu achei:
Quem me acompanha pelo Instagram sabe que eu amei essas ampolas desde a primeira aplicação, pois é muito fácil de aplicar, tem ação rápida (03 minutos) e o resultado é ótimo: cabelos mais hidratados, mais macios, com balanço e os fios totalmente disciplinados. E o cheirinho é muito bom, permanece por horas no cabelo!
O resultado fica melhor ainda com mais aplicações.
Eu amei mesmo, virei fã e super indico!



Como adquirir:
No site www.kert.com.br

Testando Kert (vídeo de meu arquivo no stories do Instagram a primeira que usei a ampola):



Espero que tenham gostado da resenha e que ela seja muito útil pra quem tiver interesse em experimentar o produto. 
Beijos e até próximo post! 

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05 março 2018

Multiplicação de Looks. Peça chave: saia lápis!



Oi gente, tudo bem com vocês?
Hoje vamos de guarda roupa versátil, porque a moda agora é multiplicação de looks! Foi-se o tempo em que roupa de trabalho era usada só no trabalho e roupa de festa so em festa, etc... 

Principalmente para quem mora nas grandes cidades, que mora ha quilômetros de distância do trabalho e não da tempo de ir em casa trocar o look pra sair à noite depois do trabalho,  não é mesmo amigas? 

Então, pensando nisso eu trouxe pra vocês 4 looks para situações diferentes com uma peça chave: saia lápis preta! E tem peça mais " a cara do trabalho" do que saia lápis preta? Eu acho que não! Não é à toa que é conhecida também como "saia secretária", pelo menos no meu tempo de menina conheci assim.

Mas, vou mostrar que a saia lápis vai para várias ocasiões além do escritório. 
Vamos aos looks? 

Look 1: o mais conhecido, formal, de trabalho. Mas, ainda assim procurei sair um pouco camisa social de botões na frente e compus com uma blusa  regata bicolor. Os tons neutros do look e sapato garantem a seriedade e elegância.


Look 2: para um look esportivo, despojado e confortável para o dia a dia combinei a saia lapis com um top cropped telado, tênis e bolsa grande, que tiram a seriedade da peça.


Look 3: levando a saia para um fim de samana de verão, também para o dia a dia, mas, numa pegada mais sensual, combinei o body com decote em "V" e costas nuas. Mudando a bolsa por uma menor, o look também pode ser usado a noite.


Look 4: esse é para a noite e festa. Com t-shirt dourada, brincos grandes de festa também dourados (não da pra ver direito na foto, mas tava lá) e que dão uma sofisticada no look. As sandálias "animal print" conferem a sensualidade que a noite pede! 


E aí?  Deu para inspirar? O lance é: tenha sempre uma segunda opção  (ou mais) dentro da bolsa ou carro, de acordo com a situação e ambiente que você vai se deparar naquele dia! 
Espero que gostem! 
Fiquem com Deus e até próximo post! 😙


20 dezembro 2017

A história do meu AVC... PARTE 2



Bem, vamos continuar o post anterior. ..

Fui levada ao hospital de Santa Quitéria Do Maranhão. Chegando lá, ja trataram avisar a minha família e meu esposo  (na época noivo). 
E aos poucos os amigos e familiares começaram a chegar! E eu agradeço muito a eles, porque você estar em uma situação daquela, em um lugar desconhecido e ainda sozinho... Já pensou? Não é nem um pouquinho fácil! 
Como "não tinha nada de errado" comigo, recebi alta no mesmo dia, e segui viagem para Esperantina. 
Embora não estivesse nada errado, estava sentindo muitas dores no corpo por causa das escoriações. Então, esperei melhorar das dores, pra seguir viagem para Teresina e lá fazer os exames. 
Então, na segunda bem cedinho fomos para Teresina e fiz os exames que tinha que fazer, e deu tudo certo, tudo normal. 

A gente (eu, meu noivo, e as famílias) decidiu que não ia adiar o casamento, pois, embora tivesse acontecido uma tragédia no acidente, eu estava viva, e tinha era que comemorar por esse bênção. 

Arquivo do meu instagram

Então, na terça-feira, voltei pra minha cidade na intenção de trabalhar, ja que o casamento não ia ser adiado e eu queria folgar na semana seguinte para cuidar dos preparativos finais.

Mas ao chegar em casa, começaram as dores de cabeça e pescoço. E só aumentava. Nem fui mais trabalhar. 
Eu tomava remédio e a dor na cabeça cessava enquanto estava sob o efeito da medicação, porém a dor no pescoço, so aumentava.

Eu achava que era normal essa dor, afinal eu tinha sofrido um acidente. E a dor de cabeça eu achava que fosse enxaqueca pré menstrual, pois eu tinha impressão que estava mais ou menos perto de menstruar (eu nunca lembro o dia rsrs).

Então, na quinta durante o dia, começaram a vir as tonturas de vez em quando, mas, eu ainda achava que fosse normal devido ao repouso absoluto que o médico tinha me indicado. Como quando você está há muito tempo deitado e quando levanta não dá uma tonturinha?? Pois é, tipo isso. 

Antes de dormir na quinta, a dor de cabeça ja tinha voltado, pois ja havia passado o efeito da última dose de medicamento que tinha tomado. A dor no pescoço continuava firme e forte, pois como eu disse, não passava nunca.  Então tomei remédio de novo e fui tentar dormir. 
Não consegui dormir, pois a dor dessa vez não tinha nem diminuído. Lenventei no meio da noite para ir atrás de mais remédios, e foi nessa hora que eu senti uma tontura muito forte (quase caí) e comecei a enxergar "pontos de luz". Aí sim, comecei a me preocupar, porque o médico ja tinha me alertado sobre os sinais neurológicos  (que eram esses dentre outros).

Arquivo do meu Instagram 

Quando amanheceu o dia, eu nem pensei duas 2 vezes: voltei às pressas para teresina, afinal de contas a dor só aumentava. Já viajei com o colar cervical, e desde então ele me acompanha em todas as viagens, pois até hoje (mais de três anos) ainda sinto muita dor no pescoço.

Bem, chegamos em Teresina por volta de meio dia. Resolvemos almoçar primeiro e depois ir procurar fazer uma tomografia, pois ja tinha feito outros exames e tudo estava normal.

Fiz a tomografia, e quando recebi o laudo ja era quase seis horas da tarde, e não tinha mais nenhum neurologista atendendo. E olha que estava fazendo tudo particular, imagina se fosse pelo SUS?
Fomos pra casa, e no dia seguinte (sábado 12/07/2014) começamos a saga atrás de um neurologista. Iniciamos ainda em casa, pelo telefone, ligando para as clínicas que tinham neurologista. Nenhuma atendia o telefone.

Gente, eu sei ler, e eu estava lendo que meu exame de tomografia estava normal, não tinha nada de errado a não ser aquela dor intensa. Justamente por isso eu precisava de um neuro para me explicar o porquê daquela dor, se estava tudo bem comigo, e ainda me dizer o que eu tinha que fazer para passar aquela dor horrível.

Arquivo do meu Instagram 

Então fomos para a rua, nas clínicas procurar. E fui em quatro clínicas e nada de neurologista, afinal, era um sábado. Então, resolvi voltar ao mesmo hospital que eu tinha feito a tomografia no dia anterior e que não tinha nenhum neuro disponível depois das 17h para me atender.

Eu andava com minha amiga Carlenny dirigindo o carro dela, minha mãe ao lado, e eu no banco de trás. Eu andando e falando normalmente.
Chegando na porta do hospital ela parou , e nessa hora eu comecei a sentir uma dor insuportável. Então ela falou: "agora vocês descem que eu vou procurar estacionar o carro."

Nesse hora eu não sai do carro, eu não falei mais... a única coisa que eu fazia era chorar muito por conta da dor insuportável no meu pescoço. A minha mãe tentando me ajudar a sair do carro em vão. Lembro da cara de desespero das duas sem saber o que estava acontecendo, me perguntando,  e eu já sem fala, não respondia mais... só chorava.
Minha amiga foi pedir ajuda, e eu ja desci do carro e entrei no hospital de cadeira de rodas, pois já tinha perdido os movimentos.

Se passaram horas e horas e ninguém sabia (nem os médicos) que estava acontecendo comigo....
Mas isso é assunto para o outro post, porque ja esta grande demais... rs. Eu achava que só ia ser necessário 2 partes. Estou me sentindo no tempo de menina,  onde eu escrevia muito em diários, todos os dias eu escrevia como tinha sido aquele dia.
Era muito bacana, funcionava como catarse... E agora também está funcionando, me faz bem deixar tudo escrito!






13 dezembro 2017

A história do meu AVC




Oooiii  gente!! Tudo bem com vocês?
Vou contar uma coisa. A maioria das pessoas, quando fica sabendo que eu tive um AVC, faz esse comentário:"você teve um AVC???! Mas você é tão nova... o que foi a causa?"
Aí tento explicar resumidamente. Mas, logo a pessoa pergunta: "e você era casada ou solteira? "... Então, eu tenho que eexplicar tudo... Quando é pessoalmente é mais fácil, porém, na maioria das vezes essas perguntas vem de pessoas que só me conhecem pelas redes sociais, ou seja, eu tenho que digitar toda a resposta! Inúmeras vezes... as vezes eu consigo copiar e colar, mas nem sempre isso é possível porque vai de acordo com a conversa (se é que vocês me entendem).
Então, resolvi hoje, contar um pouco da história do meu AVC. E aproveitar esse post pra quando alguém me perguntar com foi que aconteceu, eu respondo e mando o esse link pra quem quiser saber mais detalhes (rs).

Vou tentar ser objetiva, porque sei que dá até preguiça de ler quando vemos um texto grande, não é? E vou colocar também umas imagenzinhas pra ficar menos cansativo o texto... 

Vou começar falando um pouquinho de antes do AVC. Eu trabalhava em duas cidades (Buriti de Inácia Vaz no Maranhão, minha cidade natal, e em Milagres do Maranhão também). Levava uma vida saudável e fitness à todo vapor (mais um motivo para as pessoas não acreditarem que eu sofri um AVC), e estava prestes a realizar o grande sonho de quase toda mulher: casar. Isso mesmo, eu estava noiva, com casamento marcado, ja tinha feito o meu chá de lingerie, e tudo já pronto para a festa do casamento.
No dia 05 de julho de 2014 (um sábado) eu estava indo de carro com o motorista do pai do noivo (agora marido) de Buriti  (minha cidade) para Esperantina-PI (cidade dele), para organizar umas coisas lá, pois era la que iamos morar depois do casamento que iria acontecer no dia 19 de julho de 2014 (em 15 dias).




Quando estávamos chegando na cidade de Santa Quitéria-MA, outro carro invadiu a nossa pista, e ele já estava muito próximo quando invadiu a nossa frente, tanto que não deu tempo de eu me assustar ou o Paulo (motorista) desviar.
Eu vi tudo! Quando o outro desviou e começou a invadir a nossa pista, o momento da batida... Foi tudo muito rápido!
Depois da batida o meu carro saiu da pista. Nessa hora parece que não cai a ficha.
Com o carro parado eu comecei a chamar pelo Paulo: "Paulo, Paulo? O que foi isso?" ... Mas o Paulo não respodia. Olhei para meu lado pra ver ele, e não enxerguei nada, parecia que uma "coisa branca" tinha tomado conta da minha visão naquele momento. Então passei a mão nos olhos e percebi que estava sem óculos (com o impacto da batida ele tinha sacado fora). Baixei o "quebra sol" pra olhar meu rosto no espelho e me certificar de que estava tudo bem com ele (a vaidade falou alto nessa hora rs). E estava tudo normal, so tinha um machucadinho no meu lábio, causado pelo airbag (ainda bem que tinha airbag). Olhei pro lado de novo para ver o Paulo e não vi nada, mais uma vez o "brancão" tinha tomado conta de meus olhos. Então, tentei abrir a porta do carro pra sair de dentro, mas não estava conseguindo. Comecei a gritar por socorro. 

Nessa hora começaram a chegar as pessoas das casas de perto do local, e do carro que vinha logo atrás do meu (que inclusive, viram tudo também) para nos socorrerem. Um rapaz logo veio pra me ajudar (ele estava dirigindo o carro atrás do meu, era de Chapadinha-MA e se chamava Matheus). Me tirou do carro e eu logo comecei a perguntar: "minha gente cadê o Paulo, cadê o Paulo?" ... e ele respondeu: "calma, ela está bem, só está um pouco ferido aí tem que esperar a ambulância para pegar ele, e ele e o rapaz que bateu em vocês, e você eu te levar pro hospital agora!"

Outra coisa que eu repetia para as pessoas em tom de exclamação era: "eu vou casar daqui a 15 dias!!", como se eu não acreditasse que aquilo estava acontecendo comigo nas vésperas do meu casamento!



Em nenhum momento eu perdi a consciência, estava lúcida o tempo todo. Olhava para as pessoas, conversava com elas, respondia o que me perguntavam, via tudo, e o tempo todo perguntava: "cadê o Paulo?". E as pessoas só me diziam "ele está bem" ... Mas, quando eu olhava na direção do Paulo e do meu carro totalmente destruído, não conseguia ver nada, um "brancão" tomava de conta dos meus olhos. Ainda bem, porque as pessoas estavam me enganando com relação ao Paulo... Ainda bem também, porque naquele momento eu não tinha condições de saber que ele tinha falecido. 

E pra vocês verem o quanto Deus é maravilhoso, fez o cérebro da gente com uma perfeição incrível. Pois acredito que o meu cérebro criou esse barreira na minha visão toda vez que olhava em direção ao Paulo e meu carro destruído, para me poupar de um trauma ainda maior. Já pensou se eu tivesse visto o Paulo morto ao meu lado?? Ia ser muiiiito mais doloroso a imagem desse acidente em minha memória todos os dias.



No primeiro ano a lembrança é muito forte. Não tinha um só dia que eu não lembrasse desse acidente quando deitava a cabeça  no travesseiro para dormir. E em várias vezes ao longo dia, principalmente quando eu ia fezer alguma coisa que as sequelas do AVC me impediam (sim, o meu AVC foi causado por esse acidente, mas vou deixar pra contar no próximo post, porque este já ta ficando muito longo), ou quando ia viajar de carro. As imagens vinham constantemente, era como um filme na minha cabeça.

Hoje com um pouco mais de 3 anos, as lembranças não são tão frequentes e nem tão dolorosas. Graças a Deus. O tempo cura tudo, pode parecer cliché, mas é verdade. Não se desespere na hora da dor. E lembre sempre: quando Deus te envia para um lugar ou situação onde você não queria estar, ELE está com você!

Obs.: o motorista que causou o acidente estava bêbado, e foi em estado grave ao hospital. Depois eu soube que ele não resistiu e faleceu também, não sei se é verdade).

Mais detalhes sobre o dia do acidente em:
http://www.correioburitiense.com/2014/07/urgente-psicologa-buritiense-sofre.html

https://pburiti.blogspot.com.br/2014/07/buriti-apos-sofrer-acidente-de.html




Continua no próximo post... 





06 dezembro 2017

Como usar estampa floral


Oi gente! Tudo bem com vocês?
O post de hoje é  uma dica rápida sobre como usar a estampa floral. Aí, algumas pessoas podem estar se perguntando: e precisa dica para isso?
Sim gente! Porque algumas outras pessoas  (inclusive você que acompanha meus posts) sabem que estampa grande aumenta e perguntam: como usar a estampa da moda (que é flores grandes) sem causar a ilusão de aumento da silhueta?
Então, se você também se preocupa com esse detalhe, vem comigo te dou umas diquinhas!

Dica 1:
Prefira floral com fundo escuro, pois tons escuros diminuem.


Dica 2:
Se você é do corpo tipo triângulo invertido e quer aumentar a parte de baixo, use a estampa nesta parte e coloque na parte de cima uma blusa lisa de preferência em tom escuro.
(Descubra seu tipo físico aqui http://www.jeisarenata.com.br/2017/07/tipo-fisico.html).


Dica 3:
Se você quer disfarçar/diminuir a parte de baixo, use a estampa na parte de cima, e uma peça lisa na parte de baixo!


Dica extra: se a estampa for muito grande, não tem fundo escuro que dê jeito... vai aumentar mesmo assim, sinto muito amigas. Então, dêem preferência às estampas médias!

Espero que tenham gostado das dicas e que elas sejam úteis!
Um beijo grande, e até próximo post! 😘
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